No passado dia 27 de fevereiro, o Sindicato Nacional dos Professores do Ensino Superior (SINPES) de Angola iniciou uma greve exigindo melhores condições de trabalho e o cumprimento das promessas feitas pelo governo. Desde o início da greve, dirigentes sindicais — incluindo o secretário-geral Eduardo Peres Alberto — e seus familiares têm sido alvo de ameaças de morte. No dia 25 de abril, a filha de Eduardo Peres Alberto foi atacada na rua por homens não identificados com um produto químico tóxico.
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